Maria assistiu: Maze Runner – A Cura Mortal

 

Acho que nunca comentei aqui no blog sobre o meu amor por Maze Runner, eu lembro até hoje quando fui ao cinema sem escolher o filme e quando cheguei lá vi em Cartaz o filme Maze Runner – Correr ou Morrer e pensei: “ah, vai esse mesmo”, assisti sem expectativa alguma e no final saí do cinema muito empolgada por parecer que teria uma continuação.

E teve, Maze Runner – Prova de Fogo, que não assisti no Cinema, mas, logo que saiu na internet eu assisti, não é o melhor de todos, mas não é dele que vim falar, né? Soooorry!

Eu fiquei MUITO empolgada, mas MUITO mesmo! Criei grandes expectativas e olha… Não me decepcionei.

Logo no começo já percebemos que o filme vai ter muita ação, pois Thomas já de cara começa o filme tentando resgatar Minho, que foi pego no final do segundo filme e pra decepção dele (e nossa), ele não tem êxito. I Love Minho <3

Mas Thomas não desiste e resolve partir sozinho para resgatar Minho, mas é claaaaro que o Newt e seus amigos não o deixariam fazer isso sozinho, então o team decidi ir junto com Thomas.

E lá estava a última cidade que restara, CRUEL havia levantado um muro ao redor dessa cidade, não deixando ninguém mais entrar nela. Eles precisavam entrar lá para resgatar Minho e é claro que o coração de Thomas estava balançado com as chances de encontrar Teresa.

Neste exato momento ressurge um ser humano das cinzas e quando eu digo cinzas é literalmente das cinzas, gente, ele tinha morrido no primeiro filme. E ele era um completo idiota, mas, ele resolve ser bonzinho e ajudar Thomas.

Depois disso é só tiro e bombaaaaa! Infelizmente perdemos uma pessoa muito importante nesse filme, pelo menos pra mim 🙁

O desfecho do filme não me decepcionou em absolutamente NADA!

Recomendo muito que assistam! E quem não assistiu aos anteriores; assistam, vale a pena!

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Será que vale a pena?

 

Quando eu te conheci as coisas simplesmente foram acontecendo e quando dei por mim eu havia caído direitinho na sua.

Nada foi planejado, o nosso caminho era o mesmo e um fazia companhia para o outro até em casa, era só isso. Nós nos divertíamos juntos e uma das coisas que eu mais valorizo em alguém é a facilidade de fazer outras pessoas rirem e você me fazia rir o trajeto inteiro.

Por vezes um dos dois se fazia de forte, dizendo que as demonstrações de afetos e apelidos carinhosos em relacionamentos eram ridículas e que o melhor relacionamento era aquele em que cada um ficava na sua. Será?

Bom, acho que os dois mudaram de ideia.

Em menos de um mês nós havíamos trocado o número de celular e conversávamos com bastante frequência e, novamente, você me fazia rir. Eu não entendia como alguém pudesse me fazer rir tanto, mas eu, mesmo negando qualquer envolvimento, adorava o fato de você me fazer rir com tanta facilidade.

Sem compromisso nós saímos e naquele dia nós não falamos sobre relacionamentos anteriores e nenhuma desilusão amorosa, algo tinha mudado. No final da noite quando você me deixou no portão da minha casa, eu até tentei não pensar em como aquilo se parecia com uma cena de filme, mas você fez questão de me fazer lembrar quando me roubou um beijo.

E foi aí que eu percebi, eu não tinha apenas uma queda por você, eu tinha um tombo. E eu já estava toda ralada.

E então surgiram inúmeras dúvidas e inseguranças. Será que vale a pena? Eu decidi me afastar aos poucos, pois eu não tinha coragem de pôr um fim no que tínhamos, porque mesmo com tanta insegurança, eu te queria por perto.
Quando você percebeu que eu estava me afastando, você me mostrou que ficarmos juntos era o certo e que nada havia sido por acaso. O destino poderia até ter demorado a cruzar nossos caminhos, mas, aquela era a nossa hora de sermos felizes. E juntos.

E não é que valeu a pena?

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#marialiterária: 50 tons mais escuros pelos olhos de Christian

 

Resenha do primeiro livro aos olhos do maravilhoso Grey: Aqui.

Vocês sabem o que é esperar UM ANO para ler um livro? Só quem sabe como é esperar, vai entender! Pois eu esperei isso para ler a segunda versão aos olhos dele, que é 50 tons fodido.

Essa é a mesma história de 50 tons mais escuros, mas, vemos o lado do sombrio Grey. É muito legal ler o ponto de vista de cada um e sabermos exatamente o que os dois sentem.

Mesmo na versão de Anastasia 50 tons mais escuros é o melhor livro entre os 3, é onde nós conseguimos ver um lado romântico de Grey, mesmo que contido, ele tenta ceder e fazer do jeitinho dela. Pois no primeiro livro, ela havia deixado ele e isso o deixou despedaçado. E na versão dele nós temos um Grey descobrindo os sentimentos, duvidando do relacionamento baunilha, mas sabendo que todo o esforço valeria a pena, pois estaria com Anastasia.

Aqui, Grey consegue afastar a escuridão e o medo de ser tocado, Anastasia tem grande participação nisso, claro. Afinal, é ela quem lhe tirou da escuridão e acalmou o monstro dentro dele.

Só tenho uma coisa a dizer: PERFEITO!

Se eu tô ansiosa pro último na versão dele? MAGINA! Desde já me sinto uma pilha de nervos.

Resenha dos livros na versão de Anastasia: 50 tons de cinza, 50 tons mais escuros e 50 tons de liberdade.

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