Será que vale a pena?

 

Quando eu te conheci as coisas simplesmente foram acontecendo e quando dei por mim eu havia caído direitinho na sua.

Nada foi planejado, o nosso caminho era o mesmo e um fazia companhia para o outro até em casa, era só isso. Nós nos divertíamos juntos e uma das coisas que eu mais valorizo em alguém é a facilidade de fazer outras pessoas rirem e você me fazia rir o trajeto inteiro.

Por vezes um dos dois se fazia de forte, dizendo que as demonstrações de afetos e apelidos carinhosos em relacionamentos eram ridículas e que o melhor relacionamento era aquele em que cada um ficava na sua. Será?

Bom, acho que os dois mudaram de ideia.

Em menos de um mês nós havíamos trocado o número de celular e conversávamos com bastante frequência e, novamente, você me fazia rir. Eu não entendia como alguém pudesse me fazer rir tanto, mas eu, mesmo negando qualquer envolvimento, adorava o fato de você me fazer rir com tanta facilidade.

Sem compromisso nós saímos e naquele dia nós não falamos sobre relacionamentos anteriores e nenhuma desilusão amorosa, algo tinha mudado. No final da noite quando você me deixou no portão da minha casa, eu até tentei não pensar em como aquilo se parecia com uma cena de filme, mas você fez questão de me fazer lembrar quando me roubou um beijo.

E foi aí que eu percebi, eu não tinha apenas uma queda por você, eu tinha um tombo. E eu já estava toda ralada.

E então surgiram inúmeras dúvidas e inseguranças. Será que vale a pena? Eu decidi me afastar aos poucos, pois eu não tinha coragem de pôr um fim no que tínhamos, porque mesmo com tanta insegurança, eu te queria por perto.
Quando você percebeu que eu estava me afastando, você me mostrou que ficarmos juntos era o certo e que nada havia sido por acaso. O destino poderia até ter demorado a cruzar nossos caminhos, mas, aquela era a nossa hora de sermos felizes. E juntos.

E não é que valeu a pena?

24 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.

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#marialiterária: 50 tons mais escuros pelos olhos de Christian

 

Resenha do primeiro livro aos olhos do maravilhoso Grey: Aqui.

Vocês sabem o que é esperar UM ANO para ler um livro? Só quem sabe como é esperar, vai entender! Pois eu esperei isso para ler a segunda versão aos olhos dele, que é 50 tons fodido.

Essa é a mesma história de 50 tons mais escuros, mas, vemos o lado do sombrio Grey. É muito legal ler o ponto de vista de cada um e sabermos exatamente o que os dois sentem.

Mesmo na versão de Anastasia 50 tons mais escuros é o melhor livro entre os 3, é onde nós conseguimos ver um lado romântico de Grey, mesmo que contido, ele tenta ceder e fazer do jeitinho dela. Pois no primeiro livro, ela havia deixado ele e isso o deixou despedaçado. E na versão dele nós temos um Grey descobrindo os sentimentos, duvidando do relacionamento baunilha, mas sabendo que todo o esforço valeria a pena, pois estaria com Anastasia.

Aqui, Grey consegue afastar a escuridão e o medo de ser tocado, Anastasia tem grande participação nisso, claro. Afinal, é ela quem lhe tirou da escuridão e acalmou o monstro dentro dele.

Só tenho uma coisa a dizer: PERFEITO!

Se eu tô ansiosa pro último na versão dele? MAGINA! Desde já me sinto uma pilha de nervos.

Resenha dos livros na versão de Anastasia: 50 tons de cinza, 50 tons mais escuros e 50 tons de liberdade.

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Maria assistiu: The Good Doctor

Sinopse: A série mostra Shaun Murphy, jovem cirurgião com autismo e savantismo de uma pequena cidade onde teve uma infância problemática. Ele se desloca para se juntar ao prestigioso departamento de pediatria do Hospital San Jose St. Bonaventure, onde ele usa seus talentos para salvar vidas e desafiar o ceticismo de seus colegas. Ele é auxiliado por seu mentor e bom amigo, Aaron Glassman.

Essa é uma das séries que eu estava muito ansiosa para assistir, enfim tive um tempinho para assistir e assisti 10 episódios em um dia só! UFA!

A série conta a história de Shaun, um jovem cirurgião que é autista e também é diagnosticado com savantismo, um distúrbio psíquico com o qual a pessoa possui uma grande habilidade intelectual aliada a um déficit de inteligência. Migos, ele é extremamente inteligente!

O motivo de Shaun querer ser cirurgião é de encher os olhos de qualquer um de lágrimas: quando ela era mais novo perdera seu coelho e seu irmão, então ele deseja ser um cirurgião para salvar as pessoas, já que naquela época ele se sentiu impotente por não poder fazer nada.

É impossível não perceber a evolução do personagem a cada episódio, afinal, essa é a ideia da série: mostrar que o autismo não é um bicho de sete cabeças e que pessoas com esse transtorno podem sim viver como qualquer outra pessoa.

Acho que não preciso falar que amei a série né? Tô ansiosíssima pelos próximos episódios!

Alguém já assistiu?

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