#marialiterária: 50 tons mais escuros pelos olhos de Christian

 

Resenha do primeiro livro aos olhos do maravilhoso Grey: Aqui.

Vocês sabem o que é esperar UM ANO para ler um livro? Só quem sabe como é esperar, vai entender! Pois eu esperei isso para ler a segunda versão aos olhos dele, que é 50 tons fodido.

Essa é a mesma história de 50 tons mais escuros, mas, vemos o lado do sombrio Grey. É muito legal ler o ponto de vista de cada um e sabermos exatamente o que os dois sentem.

Mesmo na versão de Anastasia 50 tons mais escuros é o melhor livro entre os 3, é onde nós conseguimos ver um lado romântico de Grey, mesmo que contido, ele tenta ceder e fazer do jeitinho dela. Pois no primeiro livro, ela havia deixado ele e isso o deixou despedaçado. E na versão dele nós temos um Grey descobrindo os sentimentos, duvidando do relacionamento baunilha, mas sabendo que todo o esforço valeria a pena, pois estaria com Anastasia.

Aqui, Grey consegue afastar a escuridão e o medo de ser tocado, Anastasia tem grande participação nisso, claro. Afinal, é ela quem lhe tirou da escuridão e acalmou o monstro dentro dele.

Só tenho uma coisa a dizer: PERFEITO!

Se eu tô ansiosa pro último na versão dele? MAGINA! Desde já me sinto uma pilha de nervos.

Resenha dos livros na versão de Anastasia: 50 tons de cinza, 50 tons mais escuros e 50 tons de liberdade.

24 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.

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#marialiterária: A Seleção #1

 

Hello pipous, cá estou eu fazendo uma resenha sobre um livro que julguei pela capa e mordi bem bonitinho minha língua! Hahahahha

Sim, o julguei pela capa ser “pomposa” demais, mas como a vida prega umas peças, né? Vamos lá!

Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser rainha.

Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.

Depois de ser sorteada, America elabora um plano: aproveitar a comida do palácio e a ajuda financeira enviada à sua família até o príncipe enxotá-la dali. Até que a garota conhece pessoalmente o princípe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para ai mesma – e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada.

O livro conta a história de America, uma garota da quinta casta apaixonada por Aspen, um garoto da sexta casta. É um amor quase impossível e por isso eles mantêm o romance em segredo.

Até o dia em que America recebe uma carta para participar da Seleção: um concurso onde 35 garotas seriam escolhidas para conquistar o coração do príncipe Maxon e claro, fazer parte da família real. America não queria fazer parte disso, afinal, já havia encontrado seu grande amor, mas sua família estava passando por muitas dificuldades e caso ela fosse selecionada, enquanto estivesse no concurso sua família seria recompensada.

Esse livro é aquela frase famosa: não sei o que dizer, só sentir.

O único problema desse livro é que ele acaba e acaba sem um desfecho de fato, nos deixando aflita para ler o próximo. Então se você pensa em ler este livro: tenha o segundo em mãos! :p

E aí, alguém aqui já leu?

24 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.

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#marialiterária: A garota que você deixou para trás

 

Sinopse: Durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor francês Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por Édouard. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo — a família, a reputação e a vida — na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra.
Quase um século depois, na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa com paredes de vidro. Ocupando lugar de destaque, um retrato de uma bela jovem, presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura, a mantém ligada ao passado. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da garota do quadro, Liv vê, mais uma vez, sua própria vida virar de cabeça para baixo.
Tecido com habilidade, A garota que você deixou para trás alterna momentos tristes e alegres, sem descuidar dos meandros das grandes histórias de amor e da delicadeza dos finais felizes.

Como a sinopse do livro diz, ele conta a história de Sophie, que mesmo após muito tempo sem ver seu marido e saber notícias dele, tem fé de que um dia voltará a vê-lo. Mas, enquanto isso não acontece, Sophie arrisca sua reputação para que possa vê-lo o quanto antes.

Sem pensar muito nas consequências, ela trai seus próprios princípios. Ela não suporta mais a ideia de não voltar a ver seu marido, a garota que ele deixou para trás, devido às circunstâncias, precisou colocar tudo em jogo, até mesmo a única coisa que lhe fazia sentir viva em meio a todo o caos.

Muitas pessoas me falaram tão bem da Jojo e desse livro, mas confesso que me decepcionei, talvez pela grande expectativa. O começo é viciante, você se envolve com a história, mas na metade do livro ela começa a contar outra história e a leitura começa a ficar maçante, pois a escritora muda até a escrita, o que me deixou incomodada.

Mas, quando enfim a segunda história se desenrola você consegue compreender que ela se ligará a história principal e a leitura volta a ser mais empolgante.

No geral, é um bom livro, mas essa mudança de cenário e escrita me deixou bem desanimada e penei pra conseguir terminar de lê-lo por conta disso. Soube que todos os livros dela são dessa forma e esse é o primeiro livro que leio da Jojo. O jeito é ler os outros pra conseguir me adaptar a esse estilo de leitura, né?!

O desfecho da história é emocionante, mesmo com o meu problema com a leitura, eu o recomendo sem dúvida alguma.

E vocês, já leram esse livro ou algum outro da Jojo? 

24 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.

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