Maria assistiu: Death Note (Filme)

 

Em Seattle, o estudante do ensino médio Light Turner encontra um caderno nomeado como “Death Note“. Ele é visitado pelo deus da morte Ryuk, que lhe diz que ele pode causar a morte de qualquer pessoa que ele escreva no caderno e os meios de como eles morrem, desde que conheça seu nome e rosto. Ryuk convida Light a testá-lo em um valentão que está incomodando uma garota; o valentão é decapitado em um acidente pouco depois. Naquela noite, Light escreve o nome de Skomal, um criminoso que assassinou sua mãe; Skomal morre em um acidente semelhante. Mia Sutton, uma líder de torcida, pergunta a Light sobre o Death Note, e ele demonstra como isso funciona. Ela encoraja Light a usar o Death Note para livrar o mundo dos criminosos, melhorando a sociedade sob o disfarce de um deus conhecido como “Kira“. (Fonte: Wikipedia)

Hello pipous do meu coração <3 cês já assistiram o filme? Muita gente está falando mal dele, pois o filme foi baseado em um anime e bom, como o filme é norte-americano nós temos que imaginar que não vai ser 100% leal ao anime, certo? Eu não assisti o anime, então não posso comparar, mas venho aqui dar minha humilde opinião sobre o filme.

A história já me chamou atenção pelo seguinte fato: imagina que louco você encontrar um caderno onde você coloca nele o nome de qualquer pessoa e ela morre. E você pode colocar até como ela morrerá! Acredito que muitas pessoas não o usariam da forma correta, mas Light, (quem interpreta ele é o lindo e maravilhoso NAT WOLFF, desculpa gente eu tenho uma queda por ele), vê nele a oportunidade de exterminar pessoas como por exemplo: Skomal que assassinou sua mãe e estava solto.

Mas é óbvio que todas as mortes dos assassinos causados de uma hora para outra chamou atenção de L, um detetive enigmático que suspeita das ações de “Kira“. L, vai até Seattle tentar encontrar quem está por trás disso.

Eu recomendo, viu? Mas quem assistiu o anime e está com um pé atrás por conta dos comentários: não tenha preconceito!

E vocês? Se encontrassem este caderno, o que fariam?

23 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.
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Maria assistiu: O mínimo para viver

 

Uma jovem de 20 anos sofrendo de anorexia embarca em uma emocionante jornada de autodescoberta em um grupo liderado por um médico pouco convencional.

Ellen, interpretada pela linda Lily Collins (vocês sabem que eu amo ela), foi expulsa de várias clínicas de recuperação e começa o filme exatamente assim: sendo expulsa e voltando para a casa do pai.

No começo do filme já percebemos a ausência de seu pai e Ellen volta para casa mais magra do que já estava, então sua madrasta pede para que ela tente mais uma vez. Sua madrasta a leva para outro centro de tratamento de anorexia e é aí que ela conhece o Dr. William Beckham, em sua primeira consulta ele a confronta perguntando se ela realmente quer viver.

Confesso que antes de assistir pensei mais de uma vez se deveria realmente assistir, mas, eu sabia lá no fundinho que valeria a pena. A história é triste? Sim, é triste, mas nos faz refletir se temos dado valor à nossa vida e se podemos fazer algo para mudar.

Nunca tinha assistido a um filme que abordasse esse assunto e acredito que ele veio em uma boa hora: nós não precisamos ser perfeitos.

As pessoas dizem que te amam, mas o que querem dizer é que amam como se sentem por te amar.

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Maria assistiu: Mulher-Maravilha

 

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor se acidenta e cai em uma praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Confesso que estou beeeeeem atrasada, mas, eu sei que algumas pessoas não assistiram ainda, né? (Concordem comigo, please! Hahahahaha).

Hipólita, mãe de Diana (nossa linda e maravilhosa Mulher-Maravilha), não quer que ela seja uma guerreira, mas desde pequena ela demonstra que quer aprender a lutar. Com a insistência da filha e apoio de sua irmã, Hipólita permite que ela treine.

Quando os alemães encontram a ilha que deveria estar escondida, Diana conhece Steve e ele conta para ela sobre a guerra que está acontecendo. Certa de que o causador disso é Ares, o deus mitológico, Diana que nunca havia saído de Temíscira parte com Steve para combatê-lo.

Eu juro pra vocês que eu não era muito apegada a Mulher-Maravilha, mas depois de assistir o filme eu só tenho uma coisa a dizer: XONEI! A diretora Patty Jenkins arrasou na direção e é certo que este filme é aquele tipo de filme que mesmo após anos ele será elogiado e discutido. Não vou dar mais detalhes sobre o filme, pois não quero dar spoilers! Hahahhaha mas, vou terminar o post com uma das melhores frases do filme:

Tenha fé, no final, essa será a sua maior arma.

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