Maria assistiu: A Múmia – 2017

 

Sinopse: Nas profundezas do deserto, uma antiga rainha cujo destino foi injustamente tirado está mumificada. Apesar de estar sepultada em sua cripta, ela desperta nos dias atuais. Com uma maldade acumulada ao longo dos anos, ela espelha terror desde as areais do Oriente Médio até os becos de Londres.

Nick Morton interpretado por Tom Cruise (que aparentemente nunca envelhece), é um membro do exército americano que acidentalmente liberta a múmia de sua prisão. Ahmanet, a múmia, tem planos de dominação mundial junto com um parceiro e o escolhido para esta posição é o próprio Nick.

Nick tem visões e nelas conseguimos entender melhor o filme, pois vemos o que acontece com Ahmanet.

Li muitas resenhas negativas a respeito desse filme, mas confesso que nunca fui fã de filmes com esta temática. Quando meu namorado sugeriu que assistíssemos esse filme fiz cara feia, mas quando vi que era de 2017 assenti assistí-lo. O filme prioriza mais a aventura que o horror, mas isso não significa que ele não tenha momentos darks. E há uma pontinha de humor também, talvez por isso ele tenha sido tão julgado. Na minha humilde opinião, ele é um bom filme.

E vocês, já assistiram? 

24 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.

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Maria assistiu: Death Note (Filme)

 

Em Seattle, o estudante do ensino médio Light Turner encontra um caderno nomeado como “Death Note“. Ele é visitado pelo deus da morte Ryuk, que lhe diz que ele pode causar a morte de qualquer pessoa que ele escreva no caderno e os meios de como eles morrem, desde que conheça seu nome e rosto. Ryuk convida Light a testá-lo em um valentão que está incomodando uma garota; o valentão é decapitado em um acidente pouco depois. Naquela noite, Light escreve o nome de Skomal, um criminoso que assassinou sua mãe; Skomal morre em um acidente semelhante. Mia Sutton, uma líder de torcida, pergunta a Light sobre o Death Note, e ele demonstra como isso funciona. Ela encoraja Light a usar o Death Note para livrar o mundo dos criminosos, melhorando a sociedade sob o disfarce de um deus conhecido como “Kira“. (Fonte: Wikipedia)

Hello pipous do meu coração <3 cês já assistiram o filme? Muita gente está falando mal dele, pois o filme foi baseado em um anime e bom, como o filme é norte-americano nós temos que imaginar que não vai ser 100% leal ao anime, certo? Eu não assisti o anime, então não posso comparar, mas venho aqui dar minha humilde opinião sobre o filme.

A história já me chamou atenção pelo seguinte fato: imagina que louco você encontrar um caderno onde você coloca nele o nome de qualquer pessoa e ela morre. E você pode colocar até como ela morrerá! Acredito que muitas pessoas não o usariam da forma correta, mas Light, (quem interpreta ele é o lindo e maravilhoso NAT WOLFF, desculpa gente eu tenho uma queda por ele), vê nele a oportunidade de exterminar pessoas como por exemplo: Skomal que assassinou sua mãe e estava solto.

Mas é óbvio que todas as mortes dos assassinos causados de uma hora para outra chamou atenção de L, um detetive enigmático que suspeita das ações de “Kira“. L, vai até Seattle tentar encontrar quem está por trás disso.

Eu recomendo, viu? Mas quem assistiu o anime e está com um pé atrás por conta dos comentários: não tenha preconceito!

E vocês? Se encontrassem este caderno, o que fariam?

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Maria assistiu: O mínimo para viver

 

Uma jovem de 20 anos sofrendo de anorexia embarca em uma emocionante jornada de autodescoberta em um grupo liderado por um médico pouco convencional.

Ellen, interpretada pela linda Lily Collins (vocês sabem que eu amo ela), foi expulsa de várias clínicas de recuperação e começa o filme exatamente assim: sendo expulsa e voltando para a casa do pai.

No começo do filme já percebemos a ausência de seu pai e Ellen volta para casa mais magra do que já estava, então sua madrasta pede para que ela tente mais uma vez. Sua madrasta a leva para outro centro de tratamento de anorexia e é aí que ela conhece o Dr. William Beckham, em sua primeira consulta ele a confronta perguntando se ela realmente quer viver.

Confesso que antes de assistir pensei mais de uma vez se deveria realmente assistir, mas, eu sabia lá no fundinho que valeria a pena. A história é triste? Sim, é triste, mas nos faz refletir se temos dado valor à nossa vida e se podemos fazer algo para mudar.

Nunca tinha assistido a um filme que abordasse esse assunto e acredito que ele veio em uma boa hora: nós não precisamos ser perfeitos.

As pessoas dizem que te amam, mas o que querem dizer é que amam como se sentem por te amar.

24 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.

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