E de repente um vazio

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Hoje quando eu acordei senti um vazio, como se estivesse faltando algo, mas eu não soube de imediato decifrar sobre o que era esse vazio.

Passei o dia pensativa, distante, me perguntando sobre esse vazio e em meio a inúmeros questionamentos uma das perguntas que surgiram em minha mente se destacou: O que está faltando na minha vida?

E foi aí que tudo fez sentido, após algumas revisões de como eu andava comandando minha vida e lembranças dos meus últimos meses, tais como: trabalho, casa, casa e trabalho, eu então cheguei a uma conclusão e consegui entender o porquê de estar sentindo aquele vazio, eu precisava de: amigos.

Talvez para algumas pessoas esse não seja um dos fatores mais importantes, mas, para mim um dia já foi.

A amizade vinha em primeiro lugar nas minhas escolhas, eu colocava a amizade acima de qualquer outra coisa. Tudo que estivesse ao meu alcance, eu faria, ou se não estivesse, eu dava um jeito para ajudar os meus amigos. Não que isso seja ruim, hoje em dia aprecio pessoas que fazem o bem sem olhar a quem, pessoas humildes e humanas o suficiente para se importarem com o próximo, mas, como sempre há um, mas, eu me tornei uma pessoa insegura e que não acredita na bondade e simpatia de qualquer pessoa.

Muitas pessoas que se diziam meus amigos se aproveitavam da minha bondade e lealdade. Sempre que eles precisavam, eu estava ali, era muito fácil. Mesmo que eu fosse a segunda ou terceira opção, era uma opção, certo? Até que eu caí na real. Eles me procuravam apenas para pedir ajuda ou desabafar sobre suas desilusões amorosas e seus problemas quando não tinham mais ninguém.

Eu decidi cortar o mal pela raiz.

Amigos são essenciais em nossas vidas, mas nenhuma das minhas amizades eram saudáveis. Passei a ter inúmeros colegas de trabalho ou conhecidos, mas, nunca mais me envolvi a tal ponto de me tornar fiel escudeira e melhores amigos do tipo BFF. Foi difícil? Foi, mas hoje eu acordei sentindo a necessidade de ter alguém para chamar de meu amigo.

E como faço para deixar de lado essa insegurança que grita dentro de mim me impedindo de me entregar a uma amizade?

Bom, isso só o tempo vai me mostrar a hora certa, mas confesso que ainda não me sinto preparada.

 

23 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.

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Tem como não odiar a segunda-feira?

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Ótima pergunta, né meninas? Quem nunca foi dormir no domingo a noite já se martirizando pelo próximo dia ser segunda-feira? Você? Atire a primeira pedra, miga! Ou melhor, quem nunca levantou com o pé direito na segunda-feira só para garantir que as coisas dessem certo nesse dia tão temido?! o/ só eu já fiz isso? Ok, ok! 🙁

Boatos de que a segunda-feira é o pior dia da semana; é o dia que mais custa a passar e o melhor dia para coisas ruins acontecerem (melhor dia/coisas ruins? Ok, isso foi confuso). Bom, isso me lembra muito a sexta-feira 13! As pessoas supersticiosas não desejam ver um gato preto ou fazem de tudo para não passarem embaixo de uma escada. E isso impede que algo ruim aconteça nesse dia? É miga, eu acho que não!

A segunda-feira é o início da semana e por este motivo é tão odiada! Pessoas que trabalham/estudam retornam suas atividades e querendo ou não, quem gosta de rotina, né?

Agora vem cá, deixa eu te fazer uma perguntinha bem séria: você ama o que você faz?

Se você demorou para responder; encontrou o motivo pelo qual você odeia a segunda-feira! Ela poderia ser mais um dia normal, no qual você faz algo que você realmente gosta e por você gostar não teria problema algum de ter essa rotininha. Quando você de fato gosta de alguma coisa, você ama a rotina! E tem coisa melhor que fazer algo que você realmente ame? Você perde a noção do tempo, nem vê a hora passar, pois ela voa. Aí quando você percebe a segunda-feira já passou puft! Num piscar de olhos!

Então se você já tentou amar o que você faz, mas não conseguiu de jeito nenhum e você não tem como deixar de fazer, a única dica que eu tenho pra te dar é: faça com amor. Você até pode não amar, mas tente colocar uma pitada de amor ao fazê-lo, você vai ver, as coisas vão mudar!

E ser positiva? Sempre! Essa é uma lição não só pras segundas-feiras da sua vida, viu? Coloque paixão em tudo o que você faz e, seja positiva! Eu te garanto, nada irá estragar o seu dia independente de que dia seja; segunda-feira ou sexta-feira 13. Todos os dias serão ótimos dias assim! Boa sorte! 🙂

23 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.

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O primeiro não

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Desde novinhos nossos pais tentam nos ensinar algo, mas, como somos apenas crianças não aceitamos e na maioria das vezes resistimos aos bobos não’s que eles nos dão.

Quem nunca foi ao mercado com os pais, pediu uma bala e levou um não? Poxa, mas era só uma bala! ?. É o que pensamos na hora, ok, ok! Confesso que eu ficava por algumas horas emburrada pensando em como meus pais não me amavam e não se importavam comigo, só pelo fato deles terem negado uma simples bala que não custaria nem R$0,05 (naquela época, detalhe!).

Mas, muitas vezes, muitas coisas que eu desejei e pedi e levei um doloroso não, se eu questionasse o porquê do não, a resposta era imediata, quase que automática, talvez eles tivessem até combinado de usar essa frase: “quando você crescer, você vai entender” e eu rebatia: “mas vai demorar!”. Engraçadinha? Talvez, mas eu não fazia ideia do que me aguardava!

Hoje, com meus vinte e dois anos completos e bem vividos, diga-se de passagem, eu aprendi que aqueles não’s eram bobos, não eram nada comparados aos não’s que eu colecionei até agora e eu sei que muitos deles virão, mas, de alguma forma eles sempre me surpreendem e aquela frase surge na minha cabeça: “quando você crescer, você vai entender“.

Cada não que você levou dos seus pais e ficou chateado, se sentindo injustiçado, acredite, ele tinha motivo. Eles estavam tentando te preparar para algo chamado: vida e em algum momento da sua vida, eles não poderiam te proteger de um não e eles sabiam disso. Sim, eu sei, o primeiro não que você levou da vida foi completamente diferente daqueles não’s que os seus pais te deram, mas, e se eles nunca te negassem nada? Se eles fizessem todas as suas vontades? Como você reagiria ao primeiro não?

É claro que na vida há inúmeros não’s colecionáveis: empregos, relacionamentos etc. Mas, você tem que aprender com cada não e não deixar que eles te façam perder o chão, afinal, seus pais não te negaram tantas coisas pra você não ser forte e não saber encarar isso, né?!

O não de hoje é fruto de um futuro com muitas experiências, procure aproveitar cada não e aprender com eles a dar o melhor de você!

23 anos, adora sinceridade e fala o que lhe dá na telha.

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