Resenha: Cinquenta tons mais escuros (livro)

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Ao perceber sua atração pelo jovem, enigmático e multimilionário Christian Grey, a inexperiente Anastasia Steele se dispõe a superar seus limites e preconceitos e embarcar em uma sensual história de amor. No entanto, as peculiares práticas eróticas de Christian se mostram pesadas demais para Ana, e ela decide terminar o relacionamento.

Ficar afastada dele, no entanto, é mais doloroso do que Ana esperava, e, quando ele a procura novamente, ela não é capaz de resistir. Os dois retomam então o tórrido romance, ao mesmo tempo em que se esforçam, cada um a seu modo, para encontrar um equilíbrio que satisfaça a ambos.

Enquanto Christian tenta lidar com seu passado perturbador, Ana, por sua vez, tem que enfrentar algo mais palpável: a ira e a inveja das mulheres que a precederam no coração ou na cama de Grey.

Meninas, eu já fiz uma resenha do primeiro livro aqui no blog, caso queiram ler ta aqui.

Aiai, vou começar essa resenha suspirando porque esse livro merece muito mais do que esses suspiros, acreditem. Se você leu o primeiro livro, mas se sentiu um pouco cansada com todo o drama de Ana naquele “quero ou não quero” pode se animar que esse livro veio pra mexer com todo o seu psicológico!

Esse livro não é muito diferente do outro quando se trata de sexo, então se você não curte, continuo não recomendando.

Mas, como sempre existe um, mas, nesse livro Grey decide tentar o “mais” que Ana tanto deseja e olha… não tenho palavras. É sério! No final do outro livro Ana o deixou dizendo que não poderia ser o que ele queria e Grey se vê perdido ao ser deixado em seu apartamento.

Cinco dias se passaram e eles se veem novamente e tudo mudou, apenas cinco dias foram necessários para que Grey pensasse melhor e enxergasse que sua vida não faria sentido algum sem Ana.

O livro além de ter todo esse romance que te deixa sem… palavras aiai, aborda alguns assuntos do passado de Grey que deixam o livro muito mais interessante.

Todas as ex impossíveis e possíveis ressurgem só pra dar uma pitada de OMG EU PRECISO LER MAIS UM CAPÍTULO. JURO É SÓ MAIS ESSE.

E gente… o que dizer? Eu apenas sinto. Sinto do fundo do meu coração que vocês precisam ler urgentemente, eu juro que o segundo livro é o melhor e vai valer muito a pena!

— Você queria flores e corações — murmura.

Eu pisco para ele, sem acreditar no que estou vendo.

— Você tem meu coração.

E então ele acena em direção ao cômodo.

— E aqui estão as flores — sussurro, completando sua frase.

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Você é o meu problema e a minha solução

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Você é a minha confusão. E o pior é que eu adoro uma confusão.

Nós somos a prova viva de que onde há ódio existe amor. Eu o odiava e não suportava nem ouvir sua voz. Mas você com um jeitinho só seu me mostrou que eu estava enganada a respeito de você.

Mas você continua sendo um problema na minha vida e por mais incrível que pareça você é a solução. O quão confuso isso pode ser?

Você é a minha saudade, meu desejo e o meu amor. Você é a solução pra todos os meus problemas, basta você sorrir com os olhos e me abraçar devagarinho que tudo some. E eu me embalo no teu abraço feito criança sentindo que ali é o meu lugar.

Mas às vezes você é o problema mais difícil e parece ser impossível de se resolver, eu até penso em desistir. Aí você aparece como quem não quer nada, segura minhas mãos e me puxa contra o seu peito, me fazendo lembrar o que vivemos até aqui e todos os motivos que me fazem te amar.

E novamente você é a solução.

Eu não faço ideia de como isso é possível e eu nunca pensei que eu pudesse encontrar em uma só pessoa o problema e a solução. Mas lá no fundinho eu sei que eu também sou um problemão pra você e que, na maioria das vezes, eu sou a solução. Quer dizer, sempre.

E no meio de tantos problemas e soluções eu percebi que isso é amor, só pode ser.

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Para ouvir: Home da banda Edward Sharpe And The Magnetic Zeros

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Não costumo fazer post sobre uma música só, mas eu acho que essa música merece um post todinho só pra ela!

A música se chama Home e eu a ouvi pela primeira vez na rádio, ela tocou em uma propaganda de uma loja que vende coisas pra surf. E bom… a música é a cara do verão, surf, praia e aquela nostalgia toda. Claro que pra mim é nostalgia, pois eu cresci em uma ilha e praia é vida pra mim, mas, eu me mudei há quase 5 anos e cá estou eu sem meus pés na areia 🙁

Hoje eu resolvi pesquisar a respeito dessa música e eu me surpreendi com a história da banda e decidi trazer pra vocês só um pouquinho sobre essa banda e a música super fofinha que eu me apaixonei desde a primeira vez que a ouvi!

Edward Sharpe And The Magnetic Zeros

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Formada em 2007, o nome da banda é baseado em uma história que o vocalista Alex Ebert escreveu sobre uma figura messiânica chamado Edward Sharpe. Com inspirações em diversos tipos de música, incluindo rock de raiz, gospel e psicodélica, a imagem e o som da banda evocam o movimento hippie dos anos 1960 e 1970.

Bora ouvir a música e assistir o clipe mega fofinho? A música transmite uma paz imensa! Espero que gostem! 

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