A honestidade ainda existe

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Hoje eu vim contar pra vocês algo que aconteceu comigo na sexta-feira passada e eu não podia deixar de compartilhar com vocês.

Todos os dias eu pego alguns (muitos) ônibus para ir para o trabalho e naquele dia acordei com a cabeça na lua e coloquei o celular no bolso da calça (o que eu nunca faço), resumindo: deixei o celular cair no banco do ônibus. E ao descer na empresa senti falta do meu celular.

Eu fiquei desesperada.

O meu chão simplesmente caiu e eu não sabia o que fazer, pois isso nunca havia acontecido comigo.

Pedi ajuda a minha supervisora, tentei ligar inúmeras vezes para o meu número na esperança de que alguém atendesse e esse alguém fosse honesto. O que eu não acreditava muito.

Eu cresci aprendendo a não confiar nas pessoas e com isso eu aprendi a ser uma pessoa desconfiada. Eu nunca acreditei na boa intenção das pessoas e eu cobrava isso demais do meu namorado, pois ele é o oposto de mim.

E eu quebrei a cara. Pelo menos desta vez.

E eu tentei mais uma vez  ligar para o meu número e desta vez uma senhora com uma voz um pouco desconfiada atendeu, de cara eu já perguntei quem estava falando e ela respondeu sem problema algum: “Mara” e eu respondi: “Dona Mara, a senhora está falando com a dona do celular” e ela super simpática disse “Ahh, você deixou o seu celular no banco do ônibus, eu vi você descendo no ponto de ônibus, você trabalha lá?” e eu respondi que sim. E então ela me propôs que o marido dela levasse o celular pra mim até a minha empresa, pois ele iria para o trabalho e passaria por ali.

Pessoas honestas ainda existem.

Claro que dona Mara é uma exceção, infelizmente, pois muitas pessoas no lugar dela não fariam isso. Mas dona Mara me fez acreditar nas pessoas e que sim, as pessoas podem ter boas intenções.

Eu espero que assim como eu, vocês que duvidam um pouco da bondade ou que a nossa humanidade não tem futuro, saibam que existem mais donas Maras por aí.

Um beijo mega especial pra senhora Mara que fez da minha sexta-feira muito melhor!

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Para assistir: A primeira vez (The first time)

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Dave (Dylan O’Brien) é platonicamente apaixonado pela melhor amiga Jane (Victoria Justice). Já Aubrey (Britt Robertson) namora Ronny (James Frecheville), um músico que não a compreende. Em uma sexta à noite, os caminhos de Dave e Aubrey se entrelaçarão, e ao longo do fim de semana muitas descobertas serão feitas pelo casal.

Opinião da maria:

Pra você que leu o título e já está o julgando como um clichê qualquer: você está redondamente enganada, viu? Esse filme pode sim ter seu lado clichê em relação aos relacionamentos na adolescência, mas, ele mostra algo que eu jamais vi em outros filmes assim: a verdade por trás da tão esperada primeira vez.

Confesso que eu assisti o filme por causa do lindo Dylan O’Brien, ele sem dúvida alguma é o meu crush eterno! Hahaha, mas, o filme me surpreendeu bastante. No filme ele interpreta Dave, um adolescente apaixonado pela melhor amiga que só o procura pra desabafar sobre seus relacionamentos mal sucedidos, sabe aquele ombro amigo? Então, ele sempre estava lá quando ela precisava. Até que Dave conhece Aubrey, uma adolescente diferente das meninas que ele conhecia, ela o intrigava.

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O filme se destaca entre os outros filmes desse gênero por mostrar a realidade de muitos adolescentes, nós sabemos que a primeira vez não é perfeita como mostram na maioria dos filmes, né?! Infelizmente nem tudo são flores, mas, este filme é diferente e nos mostra como eles conseguiram lidar com as frustrações de todas aquelas expectativas que todo bom adolescente cria em relação a primeira vez.

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Pra quem gosta de filmes deste gênero está muito mais que recomendado! Corre pra assistir porque sim, tem na Netflix! 😉

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Sorria mais

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Hoje eu acordei e pensei em fazer diferente: eu decidi levantar sorrindo. E não é que deu certo?

Já fazia um tempo que eu vinha acordando de mau humor, mas, com a correria do dia a dia eu não percebia o quanto isso poderia fazer diferença.

Sabe aquele dia em que nada dá certo? Que você tenta lembrar se levantou com o pé esquerdo, pois tudo parece estar dando errado? Eu percebi que todos os dias eu acordava com a cara fechada e todas as vezes em que alguém próximo me dava bom dia eu rebatia com um: “pra quem?”.

Eu comecei a notar que os meus dias estavam insuportáveis e que a cada dificuldade eu sentia vontade de voltar correndo pra a minha cama. Isso não era normal. Por vezes ao acordar eu ficava na cama me questionando se eu deveria mesmo levantar. Foi aí que eu percebi que eu já acordava com pensamentos negativos e não sorria.

Mas hoje foi um dia diferente.

Hoje eu levantei e vesti um sorriso. Hoje eu dei bom dia acompanhado de um sorriso pra cada pessoa que passou por mim, mesmo que eu não conhecesse eu fiz questão de dar bom dia. E em meio a tantos sorrisos distribuídos eu lembrei de uma coisa que a minha mãe sempre diz: A vida é fácil, a gente que complica.

Não posso garantir a você que os problemas vão sumir ou que nenhum problema surja durante o dia. Isso é inevitável, mas, eu posso te garantir que com um sorriso no rosto as coisas se tornam muito mais fáceis.

O sorriso é a melhor resposta.

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