Shadowhunters e Instrumentos Mortais: série ou filme?

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Há algumas semanas vi pela internet imagens da série Shadowhunters baseada na série literária Instrumentos Mortais da escritora Cassandra Clare. Em 2013 já foi lançada a adaptação cinematográfica do primeiro livro de mesmo nome: Instrumentos Mortais: Cidade dos ossos.

Eu vi o filme e particularmente adorei, não só porque adoro a protagonista Lily Collins, mas porque de fato a história me agradou. Confesso que não li os livros, pois eu já tinha uma penca de livros para pôr em dia (até hoje não coloquei, detalhe).

De bobeira esses dias me bateu curiosidade e resolvi assistir a série pra poder compará-la ao filme, pois eu havia adorado.

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Clary Fray completa 18 anos e descobre que sua mãe escondia um grande segredo dela, sobre um mundo que ela não fazia ideia que existia. E o mais importante: ela não era uma simples garota de 18 anos e sim, uma caçadora de sombras: uma humana com sangue de anjo cuja missão era proteger a humanidade de demônios. Sua realidade agora era um mundo com fadas, feiticeiros, vampiros e lobisomens. Clary começa uma jornada de autodescoberta enquanto aprende mais sobre seu passado e percebe como poderá ser seu futuro.

De cara rolou uma comparação em relação aos personagens, alguns deles sofreram mudanças muito notáveis, tais como: idade, trabalho etc. Isso me deixou um pouco confusa e com mais vontade de ler os livros! Li na internet que tanto o filme quanto a série não são tão fieis ao livro, mas vale lembrar que ambos são adaptações, né?!

O envolvimento com a história é inevitável, você tem vontade de saber mais e mais. Como são seis livros no total, eu creio que muitas coisas ainda estão por vir e confesso que estou ansiosa pela segunda temporada! Soube que a série foi renovada e ganhará uma segunda temporada! (yaaay)

Alguém aí já assistiu o filme ou a série? Caso não tenha assistido nenhum dos dois, aconselho! <3

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5 coisas que quase todo mundo ama e eu odeio

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Há algum tempo atrás eu vi esse post em um blog que infelizmente eu não lembro e eu a-m-e-i, pois me identifiquei muito. Eu sempre fui muito do contra e se algo virasse modinha, eu ia contra maré e colocava na cabeça: eu não vou gostar disso. Doida? Pode ser, mas isso não acontece só com coisas que são modinhas, viu? Sou chata mesmo! Hahahah.
E esses dias eu conversei sobre isso com uma amiga e nós somos iguaizinhas! Não gostamos do que todo mundo geralmente gosta. Somos muito parecidas nesse aspecto, demais até!
Espero não ser muito julgada nessa listinha de coisas que eu não curto! Sejam boazinhas, ok?! Hahah

1. Bacon

Sim, eu sou a diferentona que não gosta de bacon, pode me julgar! Haha. Esses dias enquanto conversava com um amigo, ele comentou algo sobre bacon e eu fiz cara feia e ele ficou incrédulo ao saber que eu não curto bacon. Segundo ele, eu era a primeira pessoa que ele conhecia que não gostava de bacon! :p

2. Facebook

Se tem uma rede social que eu não consigo gostar é o tal do Facebook, gente, não dá! Além de eu não gostar de ter muitos “amigos”, pois eu sou dessas que tem pouquíssimos amigos, as pessoas me adicionavam e eu aceitava porque eu me sentiria mal recusando a “amizade” dela. E eu não tinha vontade de compartilhar coisas. Hoje em dia eu não tenho, mas quando tinha eu não conseguia ficar mais de 2 minutos por lá. Sei lá, não foi feito pra mim 🙁

3. McDonald’s

Eu prefiro investir meu pobre dinheirinho em pastel quando vou ao shopping! Hahah Gente, não sei, não desce! E eu não cresci numa cidade que tinha Mc, viu? Eu nasci numa ilha que só hoje em dia tem Subway! Haha e me mudei aos 18 pruma cidade “maior” que tem Mc, Burger King, mas eu não sou muito chegada. Simplesmente não gosto.

4. Jogos Vorazes

Sabe aquele filme que você mal começa a ver e já dorme? Foi o que aconteceu comigo e desde então eu não tentei assisti-lo novamente, eu tentei assistir por causa do meu namorado que insistia pra ver, mas eu sempre fazia cara feia. O filme não me chama atenção e não me atrai em nenhum aspecto, inclusive, a atriz não é das minhas preferidas. Sendo julgada em 3, 2… Hahahahaha

5. Açaí

Eu juro que eu não tentei só uma vez, tentei duas, mas não deu certo. O gosto não me agradou muito, mesmo que tenha acompanhamento, inclusive nutella, não fez meu tipo! :p

Sabe aquela música do Legião Urbana, Teatro dos vampiros? Onde o Renato canta: “Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto”. Eu sempre tive mais facilidade em citar coisas que eu não gosto! Haha

E aí, o que vocês não curtem, mas que quase todo mundo gosta?

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Saudade

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Já se passaram dois anos e eu ainda tenho a sensação de que te entreguei o presente de natal ontem mesmo. Você, todo durão conteve o sorriso e agradeceu com um abraço frouxo. Às vezes tenho a impressão de que você não está tão longe, mas eu sei que isso não passa de uma impressão.

Desde que você se foi muitas indagações surgiram e umas delas é por que eu não disse que te amava?

Bom, essa não é tão difícil de responder e adivinha só: você me ensinou a não demonstrar fraqueza e, o amor é uma das maiores fraquezas. Das coisas que você me ensinou com certeza tirei 10 no assunto ser durona, mas confesso que quando eu te perdi descobri que eu não era tão forte quanto eu pensava e que chorar não é o fim do mundo, mas dói.

Hoje quando eu lembro da forma como você se referia a você mesmo quando conversava comigo eu percebo que você também não era tão durão assim não, né? Você falava: “Filha, o pai trocou de carro”. Você era carinhoso de uma forma um pouco enrustida, mas era o seu jeito e a gente se entendia do nosso jeito. Porque do seu jeito também era o meu jeito.

E aquele papinho de que filho era pro mundo? Uma das maiores mentiras já ditas por você, até porque alguém aqui não podia nem namorar! Mas, mesmo que você tenha me ensinado a jamais dar o braço a torcer eu te dou razão! Eu não deveria ter perdido meu tempo com algumas pessoas.

Uma coisa que eu não consigo esquecer é a última vez que te vi e você deixou o seu orgulho de lado ao pedir que eu voltasse pra cidade e morasse com você, talvez fosse um sinal, mas eu disse não. Um dos meus maiores arrependimentos, pois eu vivo com o “E se…”.

Mas lembra que nesse mesmo dia você soltou um sorriso bobo porque eu pedi mais um abraço na hora de dar tchau? É a minha melhor lembrança de você: sorrindo, mesmo tentando esconder o quanto aquilo era importante pra você.

Você nunca foi do tipo pai herói e de longe foi o pai perfeito, assim como eu, filha, nem sempre te orgulhei e eu acho que é assim mesmo na vida real, pois somos humanos e estamos longe da perfeição.

Mas eu quero deixar registrado o quanto eu sinto falta das suas ligações sem motivo e das tardes em que assisti TV Senado com você, ali, quietinha sem entender nada.

E sabe do que eu tenho mais saudade? Dos nossos silêncios, porque a companhia um do outro era tudo o que precisávamos. Era suficiente.

E ah, pai, eu te amo!

 

 

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