Para assistir: Ligados pelo amor (Stuck in love)

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Três anos depois de seu divórcio, o romancista experiente Bill Borgens (interpretado pelo indicado ao Oscar Greg Kinnear) não consegue esquecer o passado e espiona sua ex-mulher, Erica (a atriz ganhadora do Oscar Jennifer Connelly), que trocou o marido por outro homem. Mesmo que sua vizinha e amiga colorida, Tricia (Kristen Bell) tente trazê-lo de volta à ativa, ele permanece cego aos encantos de qualquer um. Enquanto isso, sua filha independente Samantha (Lily Collins) está publicando seu primeiro romance e evitando seu primeiro amor com um romântico incurável (Logan Lerman); e seu filho adolescente, Rusty (Nat Wolff) está tentando encontrar sua voz, tanto como escritor de fantasia quanto como inesperado namorado de uma garota ideal que tem problemas perturbadores e reais. Cada uma dessas situações cresce e elas se transformam em um trio de crises românticas, o que leva os Borgens a surpreendentes revelações sobre como finais viram começos.

Opinião da maria:

Stuck in love foi um daqueles filmes que eu li a respeito e não me chamou atenção, mas, eu resolvi assisti-lo. Quando eu li sobre o filme imaginei que a história não fosse me prender, que ingênua eu! Confesso que a história me prendeu bastante, pois eu me identifiquei com o filme.

Eu não sei se me apeguei tanto ao filme pelo fato de me ver nele, a história pode até parecer manjada para algumas pessoas, mas ela mexeu profundamente comigo.

Bill se separa da mulher, mas não consegue supera-la e Sam, sua filha, culpa a mãe pela separação e passa um bom tempo a evitando. Sam é direta e busca apenas diversão com outros garotos da sua idade, pois não acredita no amor por conta da separação de seus pais. E eu, que cresci tendo que lidar com a separação dos meus pais, me enxerguei tanto nela, pois eu também não acreditava no “felizes para sempre”. Bom, como a vida adora dar um banho gelado de realidade na nossa fuça, Sam conhece um rapaz que a faz perceber que não é bem assim, o amor pode sim existir. E no desenrolar da história, Bill decide contar a Sam algo que a faz mudar de ideia em relação a separação dos seus pais: os dois tinham culpa na separação. E isso é tão verdade, separações não acontecem porque apenas uma pessoa errou no relacionamento, cada um tem 50% de culpa.

E o que vocês acham a respeito de separações? Alguém aí já assistiu o filme? Indico muito pra quem gosta de um drama suave ♥

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Para ler: Toda Poesia, Paulo Leminski

paulo-leminski-maria-sabe-tudoHoje eu vim mostrar pra vocês essa gracinha em forma de livro!

Não sou muito boa nesse assunto de fazer resenhas, mas, eu precisava falar pra vocês sobre este livro! Já faz algum tempo que venho guardando só pra mim todo o amor que eu senti ao ler este livro, precisava mostrar para o mundo hahaha!

Este livro na verdade é um compilado de alguns poemas já publicados em livros de Paulo Leminski. Tais como: “Quarenta Clics em Curitiba” (1976), “Caprichos & Relaxos” (1983), “Distraídos Venceremos” (1987) – última obra poética publicada em vida –,“La Vie en Close” (1991), “O Ex-Estranho” (1996), “Winterverno” (2001) e “Poemas Esparsos”.

Se você gosta de poesia com certeza vai se apaixonar, mas eu também recomendo pra quem nem é tão chegado a este tipo de leitura, pois as poesias são tão leves e a maioria são bem curtinhas, o que não torna a leitura cansativa.

Vale a pena citar também que a diagramação do livro é indiscutível, cada detalhe do livro é encantador.

Pra vocês entenderem um pouquinho o motivo da minha paixão vou deixar aqui algumas imagens do meu livro:

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Eu quero mudar

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Um dia desses eu acordei com vontade de mudar, mas não sabia o quê.

Tentei pensar em todas as coisas possíveis e vinham na minha cabeça coisas do tipo: cortar o cabelo? Pintar o cabelo? Mudar os móveis do quarto de lugar? (Sempre faço, sou alok dos móveis!). Mas nada disso era de fato o que eu queria.

Até que algo estralou em minha mente: eu precisava parar de reclamar.

Tudo bem, eu confesso, reclamar é uma forma de desabafo, uma ótima terapia. Mas nem todo mundo quer ouvir, né? Bom, meus dias não estavam sendo dos melhores e eu precisava tomar uma atitude a respeito disso.

A minha primeira atitude foi ignorar tudo o que me irritava. Comecei trocando a música do despertador. Há quem diga que você pega raiva da música que você coloca no despertador: coloquei uma música que amo. Resultado: acordo sorrindo e dançando.

Segundo passo: passei a cumprimentar as pessoas ao meu redor. Na parte da manhã eu costumo ser bem introspectiva, sempre preferi ficar quietinha e quando alguém puxava assunto eu morria por dentro, pois é um momento meu em que me perco nos meus devaneios. Mas, eu percebi que começar o dia dando bom dia é um ótima forma de se sentir leve.

Próximo passo: parei de opinar sobre assuntos que não me envolviam e que não me interessavam. O máximo que alguém consegue tirar de mim é um sorriso simpático quando o assunto não é dos meus prediletos.

Resumindo: eu não mudei radicalmente, eu apenas adaptei algumas coisas no meu dia a dia. Já se passaram alguns dias e eu me sinto muito melhor. Me sinto mais leve.

Acho que vale a pena você tentar também, viu? 😉

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