Para se inspirar: Unhas decoradas com âncoras

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Hello girls! Essa semana enquanto vasculhava o queridíssimo Youtube vi alguns tutoriais de unhas decoradas com desenhos de âncoras e cá entre nós, eu sou apaixonada por âncora!

Pra quem não sabe, eu tenho uma tatuagem de âncora no braço esquerdo. Eu morria de medo de agulha, até hoje na verdade eu tenho, não queiram me ver tirando sangue! hahaha mas, minha irmã tomou iniciativa pra fazer uma tatuagem e eu fui no embalo dela e nós duas fizemos uma âncora!

Escolhemos âncora não só porque nós achávamos legal, mas, por ter um significado muito bacana:

 A âncora é considerada um símbolo de firmeza, força, tranquilidade, esperança e fidelidade. 

Chega de papo e vamos as inspirações mega fofinhas?

Qual vocês gostaram mais, meninas? A minha predileta é a primeira, pois tem azul bem clarinho e eu sou apaixonada por esse tom de azul!

Infelizmente eu não nasci com o dom pra desenhar em unhas 🙁 sempre que posso pinto minhas unhas, pois elas são frágeis demais e pra que elas fiquem grandinhas é necessário sempre pintar! Qualquer dia desses faço post com o esmalte da semana! *-*

Beijão procês <3

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Quem eu sou?

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Já faz alguns dias que eu venho me perguntando: Quem eu sou?

Não é bem uma crise de identidade, eu apenas não sei quem eu sou ou quem eu gostaria de ser. Não que eu queira ser diferente do que sou ou fingir ser outra pessoa, mas como eu gostaria de ser? Ou quem eu sou pras pessoas ao meu redor?

Confuso? Um pouco, confesso. Até eu me perco nos meus pensamentos.

Quando eu era pequena sonhava em ser veterinária, ajudar os animais e abrir um abrigo para cães. Eu achava inadmissível alguém ter coragem de abandonar um animal na rua, como se não tivesse sentimentos e fosse descartável.

Sonhava também em viajar pelo mundo, conhecer os quatro cantos desse mundinho e viver a vida sem pretensões, sem expectativas sobre o dia de amanhã, pra mim, o que importava era o agora. Pra que se importar com o amanhã? Era o que eu pensava…

Ingênua? Talvez, mas qual é a criança que não sonha?

Nada do que sonhei eu realizei, eu sei que é cedo pra dizer que nunca realizarei, mas, o que a pequena maria diria do meu atual eu? Ela se orgulharia de todas as minhas escolhas? Ela aceitaria o fato de eu não ter realizado os sonhos que a pequena maria tanto almejava?

Afinal, quem eu sou?

Mesmo não tendo conseguido alcançar todos os meus sonhos, eu sou uma pessoa melhor do que eu imaginava que seria? Eu dei o meu melhor até aqui?

Muitas perguntas, né? Mas a pequena maria continua sendo pequena e com seus grandes sonhos. Ela cresceu, chorou, amadureceu, aprendeu e hoje, mesmo sendo a jovem de vinte e dois anos com mente e disposição de quarenta, está pronta pro que a vida tem a oferecer e eu sei que no meio do caminho eu vou descobrir quem eu sou.

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E de repente um vazio

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Hoje quando eu acordei senti um vazio, como se estivesse faltando algo, mas eu não soube de imediato decifrar sobre o que era esse vazio.

Passei o dia pensativa, distante, me perguntando sobre esse vazio e em meio a inúmeros questionamentos uma das perguntas que surgiram em minha mente se destacou: O que está faltando na minha vida?

E foi aí que tudo fez sentido, após algumas revisões de como eu andava comandando minha vida e lembranças dos meus últimos meses, tais como: trabalho, casa, casa e trabalho, eu então cheguei a uma conclusão e consegui entender o porquê de estar sentindo aquele vazio, eu precisava de: amigos.

Talvez para algumas pessoas esse não seja um dos fatores mais importantes, mas, para mim um dia já foi.

A amizade vinha em primeiro lugar nas minhas escolhas, eu colocava a amizade acima de qualquer outra coisa. Tudo que estivesse ao meu alcance, eu faria, ou se não estivesse, eu dava um jeito para ajudar os meus amigos. Não que isso seja ruim, hoje em dia aprecio pessoas que fazem o bem sem olhar a quem, pessoas humildes e humanas o suficiente para se importarem com o próximo, mas, como sempre há um, mas, eu me tornei uma pessoa insegura e que não acredita na bondade e simpatia de qualquer pessoa.

Muitas pessoas que se diziam meus amigos se aproveitavam da minha bondade e lealdade. Sempre que eles precisavam, eu estava ali, era muito fácil. Mesmo que eu fosse a segunda ou terceira opção, era uma opção, certo? Até que eu caí na real. Eles me procuravam apenas para pedir ajuda ou desabafar sobre suas desilusões amorosas e seus problemas quando não tinham mais ninguém.

Eu decidi cortar o mal pela raiz.

Amigos são essenciais em nossas vidas, mas nenhuma das minhas amizades eram saudáveis. Passei a ter inúmeros colegas de trabalho ou conhecidos, mas, nunca mais me envolvi a tal ponto de me tornar fiel escudeira e melhores amigos do tipo BFF. Foi difícil? Foi, mas hoje eu acordei sentindo a necessidade de ter alguém para chamar de meu amigo.

E como faço para deixar de lado essa insegurança que grita dentro de mim me impedindo de me entregar a uma amizade?

Bom, isso só o tempo vai me mostrar a hora certa, mas confesso que ainda não me sinto preparada.

 

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