Para ouvir: Home da banda Edward Sharpe And The Magnetic Zeros

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Não costumo fazer post sobre uma música só, mas eu acho que essa música merece um post todinho só pra ela!

A música se chama Home e eu a ouvi pela primeira vez na rádio, ela tocou em uma propaganda de uma loja que vende coisas pra surf. E bom… a música é a cara do verão, surf, praia e aquela nostalgia toda. Claro que pra mim é nostalgia, pois eu cresci em uma ilha e praia é vida pra mim, mas, eu me mudei há quase 5 anos e cá estou eu sem meus pés na areia 🙁

Hoje eu resolvi pesquisar a respeito dessa música e eu me surpreendi com a história da banda e decidi trazer pra vocês só um pouquinho sobre essa banda e a música super fofinha que eu me apaixonei desde a primeira vez que a ouvi!

Edward Sharpe And The Magnetic Zeros

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Formada em 2007, o nome da banda é baseado em uma história que o vocalista Alex Ebert escreveu sobre uma figura messiânica chamado Edward Sharpe. Com inspirações em diversos tipos de música, incluindo rock de raiz, gospel e psicodélica, a imagem e o som da banda evocam o movimento hippie dos anos 1960 e 1970.

Bora ouvir a música e assistir o clipe mega fofinho? A música transmite uma paz imensa! Espero que gostem! 

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De você eu quero mais

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Eu sempre quero mais.

Quero mais abraços, abraços longos e apertados. Quero mais beijos, demorados e molhados. Do gostinho que só o seu beijo tem.

De você eu sempre espero mais e você sempre me surpreende de forma positiva, superando qualquer expectativa que eu tenha criado. Você foi feito pra mim e por este motivo eu sei que nós sempre podemos mais juntos.

Eu sempre quero mais de você.

Eu quero tudo o que você tem a me oferecer e quando eu digo isso não me refiro a presentes caros e luxuosos, eu me refiro a você. Simples e único: você. Você é o melhor presente que alguém poderia ter me dado e isso já é suficiente. O destino foi tão bondoso colocando você a minha frente, se não foi o destino eu não sei… eu só sei que amei essa coincidência louca e certeira.

Nós temos sintonia.

Às vezes até confundo a sua risada com a minha ou até mesmo confundo as minhas falas com as suas e você sempre tão maduro e pé no chão me lembra de que fomos feitos assim: milimetricamente um para o outro e por este motivo vivemos em perfeita simetria.

Mas eu não esqueci do mais. Eu ainda o quero mais.

E é sempre assim, eu nunca canso de você e eu não consigo me imaginar cansando do mais que você tem pra mim. Todas as vezes em que você vai embora eu fico emburrada achando injusto você não ficar mais, porque, amor, eu preciso ter mais de você. Mas eu sei lá no fundinho que um dia nós seremos muito mais do que isso e mesmo sendo só eu e você nós seremos o suficiente.

Porque eu e você somos a soma mais simples e louca que possa existir: somos mais e somos um só.

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Resenha: Cinquenta tons de cinza (livro)

Anastasia Steele é jovem e inocente. Estudante de literatura, ela trabalha numa loja de material de construção e, aos vinte e um anos, nunca teve um namorado.

Christan Grey é o que se pode chamar de prodígio. Com apenas vinte e oito anos, comanda um negócio multinacional e é dono de uma imensa fortuna. Além de lindo, atraente e extremamente controlador.

Anastasia e Christian não têm nada em comum. Ainda assim, logo que se conhecem, sentem uma irresistível atração um pelo outro. Deixando de lado toda a sua timidez e falta de jeito, Ana parece disposta a finalmente se entregar ao amor. Ao se aproximar de Grey, entretanto, ela descobre que suas diferenças vão muito além de dinheiro ou classe social. Sim, Christian também a deseja, mas, em vez de flores e bombons, entrega à jovem uma lista de exigências nem um pouco convencionais.

Assustada, mas ao mesmo tempo seduzida por esse homem tão enigmático, Ana embarca em uma quente história de amor, que a leva a descobrir não apenas seus desejos mais íntimos como também o lado obscuro da personalidade de Grey.

Sim, eu sei, é tão clichê esse livro, mas uma amiga me convenceu a lê-lo e confesso que hoje a agradeço imensamente por ter me apresentado ele.

Migas, eu assisti o filme e… bom, não foi o melhor filme que eu já assisti. Também não foi o pior, mas, não era tudo o que algumas garotas falavam quando citavam o livro. Então eu imaginei que o problema estivesse no filme e como isso geralmente acontece, resolvi dar uma chance a esse lindinho!

Às vezes me pergunto se existe algo de errado comigo. Talvez eu gaste tempo demais na companhia de meus heróis românticos literários, e conseqüentemente meus ideais e expectativas são extremamente altos.

Anastasia ou melhor, Ana, como ela prefere ser chamada, é uma garota inocente. Aí você me pegunta: quantos anos ela tem? 21 v-i-n-t-e e u-m. Bom, não vamos julga-la. Ana é virgem e sonha em encontrar seu príncipe encantado (quem nunca?). Até então ela nunca se sentiu sexualmente atraída a ponto de entregar sua doce virgindade e é aí que Christian o lindo, sexy e poderoso chefão entra na história.

Se você não curte romance e muito menos erótico, risca esse livro das suas futuras possibilidades! As cenas de sexo são extremamente detalhadas e… bom, te deixam desconsertada. Uau!

Grey faz uma proposta a ela que não é tão irresistível como podemos imaginar antes de saber ao certo do que se trata, mas, como Ana se vê apaixonadamente obcecada por este homem decide tentar se encaixar ao mundo dele e… não sai como todas nós gostaríamos.

E mesmo que o livro seja classificado para o público adulto, o romance é bem juvenil. Simplesmente apaixonante e chega até a ser bobo. Tão bobo que muitas vezes senti raiva da protagonista, sim, Anastasia. Mas com o tempo a gente acaba se entregando as emoções do livro e esquece alguns pontos negativos. E Christian, ah, o Christian… vou deixar que vocês tirem suas próprias conclusões.

É o primeiro livro que leio e aborda esse tema, confesso que no início eu estranhei, mas me permiti e como vocês podem imaginar: eu devorei o livro!

Alguém de vocês já leu? 

 

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